Bom, complemento ao post anterior, mais uma foto e alguns dados técnicos (a pedido do Rafael Jeffman). Foi meu primeiro trabalho com still de clipe. Porém, acredito que eu tive “sorte” por alguns motivos:
- Era uma banda de thrash metal, uma vertente do heavy metal. Tipo de música que escuto (heavy e não trash);
- Eu já fiz fotos de divulgação para outra banda de thrash metal, a Distraught;
- A experiência de fotografar shows e conhecer o estilo me deu mais segurança. Conhecer a dinâmica (de shows) me deixou à vontade, principalmente na gravação das cenas de ”palco”;
- A iluminação foi algo fantástico (vivas ao diretor de fotografia, Pablo Escajedo, e ao pessoal que montou a iluminação). Luz contínua, minha gente! Aquela que sofre muito preconceito! Coincidência (ou sincronismo, nas palavras daquele que foi escolhido o melhor fotógrafo de casamentos do mundo em 2009), Vinícius Matos falou sobre luz contínua em um post em seu blog essa semana;
Fora isso, cuidados que devem ser tomados: a fotografia de still tem que ser fiel ao que o clipe está mostrando. Obviamente não vai ser conseguir a reprodução fiel de um momento congelado do clipe, porém, quanto mais próximo, melhor…
Quem quiser ver mais, algumas fotos estão no Flickr. Quando o clipe sair, disponibilizo uma galeria bem legal



